domingo, 23 de agosto de 2009

ANTÓNIO JOSÉ RUIVO DA PALMA, A INCOMPETÊNCIA EM PESSOA

Desta vêz com a cara do artista desta história, para que ninguém o confunda, nem para que o mesmo não se faça passar por outra pessoa como vez connosco. Ha.. o nome dele completo é António José Ruivo da Palma Pulido (descobri outro nome deste senhor... é o último ou ainda há mais surpresas?)

Dem também uma vista de olhos neste blog (http://vrsa2005.blogspot.com/2005/09/abertura-da-sede-de-campanha-em-monte.html) onde se pode ler o seguinte post: "Em Primeiro plano na primeira fotografia, conheçam o MELHOR FUNCIONÁRIO DA CÂMARA MUNICIPAL. Com a conivência da CDU chegou a receber 25 horas extraordinárias num dia. O PS denunciou-o e agora juntou-se ao PSD. TUDO BOA GENTE !!!"

sábado, 18 de julho de 2009

ANTÓNIO JOSÉ RUIVO DA PALMA, A INCOMPETÊNCIA EM PESSOA

No dia 15 de Julho de 2009, eu e a minha família (pai, esposa grávida de 2 meses e filho de 4 anos) fomos alvo de uma situação que se passou no Parque de Campismo Municipal de Monte Gordo (pertencente à CM de Vila Real de Sto António) e que, penso, não pode ficar no anonimato, pois agora fomos nós, mas não se sabe quantos utentes, foram ou serão prejudicados pela má gestão e incompetência de quem gere o parque, nomeadamente o seu "Encarregado", o Sr António José Ruivo da Palma. Toda esta situação é despoletada por uma dívida que os meus pais deixaram no parque entre os meses de Junho de 2006 e Junho de 2009. Em 2007, este senhor, o Sr António Palma, contactou a minha mãe dizendo que tinha uma dívida de 2100€ que teria de ser liquidada imediatamente, sob pena da Caravana (que os meus pais possuem parqueada no parque de Monte Gordo) ir a hasta pública. Os meus pais como não percebem muito bem de leis, procederam à transferência da quantia para um NIB indicado pelo Sr António Palma e resolveram telefonar-lhe para confirmar. Nesse telefonema o Sr Palma diz à minha mãe que afinal já não eram 2100, mas sim 2500, pelo que a minha mãe concordou e no documento que lhes enviou por Fax referiu que essa quantia seguiria mais tarde (o que aconteceu por Vale Postal). Derivado a algumas situações, entre as quais a saúde da minha mãe, os meus pais não mais voltaram ao parque, deixando a caravana lá parqueada. Em Maio deste ano, o meu pai decidiu ir a Monte Gordo ver como estava a caravana, com a intenção de a deslocar para casa. Chegado ao parque, é lhe dito que não poderia retirar a caravana pois existia uma dívida ao parque e enquanto não fosse liquidada não poderia ser retirada a caravana. O meu pai solicitou então que lhe indicassem quanto devia para poder pagar e trazer a caravana. Foi-lhe dito que a dívida seria de 1,756.69€. O meu pai regressou a casa, solicitou-me dinheiro para pagar a caravana e regressou ao Algarve no dia 1 de Junho de 2009. No parque solicitou novamente as contas e foi-lhe novamente indicada a quantia de 1,756.69€. O meu pai pagou e foi-lhe emitido o respectivo recibo, mas quando indicou que iria retirar a caravana, foi-lhe dito que só o podia realizar quando a Câmara desse autorização. O meu pai deslocou-se à Câmara para falar com o Dr Francisco Leiria Sabino a fim de desbloquear a situação, mas o que conseguiu foi deixar as coisas na mesma e sair de lá enxovalhado e alcunhado de caloteiro e afins.O meu pai regressa a casa e quando vai finalmente fazer as contas finais com a minha mãe, verifica que o parque não contou com o dinheiro que haviam enviado por transferência bancária, nem os vales postais. Tudo somado mais os 1700 que pagou em dinheiro já dava uma quantia superior à que realmente deviam e decidiram contactar o parque. Foi então que o Sr António Palma concordou com os meus pais mas disse que não havia problema porque podiam sempre vir para o parque se ser cobrada qualquer quantia e os meus pais ficaram de pensar. Quando manifestei a intenção de passar as férias na caravana em Monte Gordo, os meus pais falaram da situação do dinheiro a mais, mas eu recusei e disse que passaria as férias lá, mas fechava a conta deles e abria uma minha para não haver confusões. Assim decidimos sair para Monte Gordo no dia 13 de Julho, mas outros assuntos fizeram com que partisse-mos apenas no dia 15. Então, a minha mãe contactou o Sr António Palma para lhe dizer que íamos no dia 13, ao que ele respondeu que não haveria problema, para nós virmos que ia fechar a conta dos meus pais e ia abrir uma nossa. Chegámos ao parque de campismo no dia 15 pelas 15h30 e quando nos deslocámos à recepção para fazer check-in perguntámos pelo Sr Palma, mas, alegadamente ninguém o conhecia. Conheciam apenas o Sr Ruivo (encarregado). Como era a pessoa que mandava, tivemos de esperar. Aí ainda nos mandaram para debaixo de um alpendre para não estarmos ao sol. Aguardámos cerca de 30 minutos pelo Sr Palma e quando veio ter connosco solicitou 15 minutos porque tinha de ir ao WC e resolver um assunto de última hora pelo que nós aceitámos. Passada uma hora, o Sr Palma solicitou a um dos seguranças que nos fosse pedir desculpa mas o assunto que tinha ainda não estava resolvido. Passada hora e meia, decidi deslocar-me à recepção para fazer um pouco de pressão, pois o meu filho de 4 anos já estava a ficar impaciente, já para não falar na minha esposa grávida de 2 meses há 2/3 horas sem WC, e deparei com o Sr Palma reunido com a recepcionista que passa as facturas, mas decidi aguardar mais. Finalmente passa mais meia hora, o Sr Palma vem ter connosco para resolver "o nosso problema" mas é interrompido pelo telemóvel. Ficou cerca de uma hora em chamada, até que eu decidi ir ter com ele e disse que esta situação estava a ultrapassar o limite do razoável e que se estava a tornar em falta de educação. O Sr Palma respondeu com: "O Sr aqui espera o tempo que for preciso, pois não tem direitos nenhuns". Depois disse ao meu pai que a factura que tinha estava errada e que queria falar com ele em particular só que eu não permiti e exigi ver a conta corrente dos meus pais para saber quanto se devia e o que já tinha sido pago. Aí o Sr Palma disse: "Só por causa do seu comportamento, vai pagar TUDO OUTRA VEZ, desde o primeiro ao último dia". Esteve então reunido mais de uma hora com a recepcionista e no final não nos conseguiram mostrar a conta corrente porque... "não tinham acesso", só tinham acesso a uma factura de cerca de 4000€ com o mesmo número e data da que nos tinham já passado e estava já paga.As coisas descontrolaram-se pois eu e a minha esposa começámos a fazer perguntas incómodas (como: "estão a facturar a caravana duas vezes no mesmo período de tempo?; "estão a cobrar campistas com carta, quando nenhum de nós tem carta nem sequer cá esteve entre 2007 e 2009?), às quais, nem ele nem as secretárias conseguiam responder ou justificar e ele decidiu retirar-me das instalações chamando a GNR e dizendo: "consigo não falo mais!". Entretanto, e uma vez negado o acesso à Caravana, o meu pai solicitou uma deslocação à mesma para retirar uma tenda do seu interior com a finalidade de pernoitar-nos noutro parque para podermos no outro dia resolver as coisas na Câmara Municipal. Nessa deslocação o meu pai foi acompanhado do Sr Palma que lhe propôs o pagamento de 70 euros e a assinatura de um documentos em como as contas ficavam saldadas e que tinha até sair do parque para decidir, caso contrário negava esta mesma conversa a quem quer que fosse ou se o meu pai contasse a alguém (esta última situação só soube em casa, pois o meu pai viu-me descontrolado de mais e sabia que se eu soubesse dessa situação as coisas podiam agravar-se). Entre outras coisas, o Sr Palma negou-me o acesso ao Livro de Reclamações, tendo sido imediatamente autuado pela GNR. Negou-me também acesso aos regulamentos por que se baseou para não nos deixar fazer o check-in. O resultado foi, a minha esposa grávida, o meu filho de 4 anos, eu e o meu pai, dormir-mos nos carros, sem banho, sem nada, para no outro dia tentar-mos resolver a questão junto da Câmara Municipal de Vila Real. Na câmara, todos os responsáveis, ou estão no estrangeiro, ou estão em reunião, ou estão de férias, como tal, delegam no Sr Palma as decisões para toda e qualquer situação que se passe no parque de campismo. Quem nos vai agora ressarcir do prejuízo em combustivel e portagens que tanto eu como o meu pai gastámos para resolver esta questão, já para não falar na comida que se estragou sem frigorífico, pois estávamos a contar com a situação confirmada pelo próprio Sr Palma. A nossa questão é: Como é que o parque pode emitir informaticamente duas facturas com o mesmo número e datas, com valores e discriminações diferentes? Estando a factura já paga, como podem fazer outra com o mesmo número? Será que introduziram os valores pagos no sistema? Entro esse dinheiro nos cofres da Câmara? E os 2100€ que ninguém consegue justificar? Estaremos na presença de um "Saco Azul"? Como nós devem existir muitos outros utentes do parque, pois enquanto se passava esta situação, outro utente esperava o Sr Palma, pois está há 3 anos à espera que a Câmara lhe pague uma roda roubada da sua caravana no parque.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

PROPÓSITO DESTE BLOG

Este blog destina-se a todos quantos pretendem reclamar do serviço prestado pelo Parque de Campismo Municipal de Monte Gordo (VRSA), ou a todos quantos já reclamaram desse mesmo serviço (ou falta dele) e não viram as suas reclamações atendidas ou bem resolvidas. Podem postar. Sempre que possivel teremos comentários júridicos às reclamações.
Depois do que se passou comigo entre os dias 15 e 16 de Julho de 2009 em Monte Gordo, nem que seja a última coisa que faço na vida, mas será reposta a justiça contra a arrogância dos responsáveis pelo parque e contra a inoperância dos organismos camarários de Vila Real de Santo António.

José Miguel Rodrigues